sábado, 8 de fevereiro de 2014

Resenha - Cidades de papel - John Green


Informações do livro:


Editora: Intrínseca.
Paginas: 361.
Autor: John Green.
Titulo original: Paper Towns.
ISBN: 978-85-8057-374-9.

                                                 



"Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia."


Eu comecei a ler esse livro com baixas expectativas. O motivo é que eu estava em uma crise literária, perdido. Então eu reli o meu livro favorito: As vantagens de ser invisível, e decidi tentar ler esse livro, que eu já tinha a muito tempo. E ele superou muito minhas expectativas, que  eram quase nada.

O livro começa com Quentin Jacobsen vivendo uma vida normal, até que seu "antigo" e ainda seu amor platônico, margo sua vizinha, o surpreende quando ela aparece em sua janela a meia noite. Ela vem chama-lo para uma aventura, e precisa que ele dirige. Então começa uma aventura muito louca envolvendo arrombamentos, bagres, Sea word, vingança e é claro sobrancelhas. Enquanto embarcam nessa aventura eles invadem o SunTrust eles tem uma visão perfeita de Orlando que Margo chama de Cidade de papel.  



"É uma cidade de Papel. Quer dizer, olhe só para ela, Q: olhe para todas aquelas ruas sem saídas, aquelas ruas que dão a volta em si mesmas, todas aquelas casas construídas para virem abaixo. Todas aquelas pessoas de papel vivendo suas vidas em casas de papel, queimando o futuro para se manterem aquecidas."

- cidades de papel, pagina 68.

Ao fim de sua jornada, em casa Margo diz que sentiria falta de se divertir com ele, o que o deixa confuso, mas ainda assim aquela fora a melhor noite da vida dele.

Ao acordar não vê o carro de Margo na garagem vizinha, também não a sinal dela na escola e em nenhum outro lugar, Margo desapareceu.

Ela sempre fazia isso, mas como o policial e os pais de Margo disseram, ela sempre deixa pistas, e dessa vez as pistas parecem especial mente para Quentin.

Assim o livro segue com Quentin, Ben, Radar seus amigos, e Lacey amiga de Margo desvendando o paradeiro de Margo.

Só que as pistas muitas vezes são complexas, e levam a vários lugares, mas apenas um é o paradeiro de Margo.

A escrita de Green é impecável, com sua escrita jovem e simples é impossível não ler. As pistas de Margo muitas vezes não dão em lugar nenhum, mas mesmo assim isso te deixa com mais vontade de saber onde ela esta.

A melhor coisa do livro são os amigos de Quentin, Ben e Radar são muito engraçados e tem histórias muito engraçadas, como Ben-mija-sangue e a maior coleção de papai noés neg
ros pertencer a os pais de Radar, sem mencionar o Omnictionary.

Esse livro é incrível, não se compara com A culpa é das estrelas, mas é realmente muito bom para quem curte mistério e um pouco de romance.

"Não sei como me pareço, mas sei como me sinto: Jovem. Estúpido. Infinito."

- Cidades de papel, pagina 290.

Att: Natan.