terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Resenha - Eu sou o numero quatro - Pittacus Lore






Imformações do livro: 


Editora: Intrínseca.      

Páginas: 350.
Autor: Pittacus Lore.
Titulo original: I am number four.
ISBN: 978-85-8057-013-7.

                                                 


 “Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais. Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo.”  

Olá leitores eu vim aqui (finalmente) para fazer a resenha de Eu sou o número quatro! Eu li esse livro já faz um tempo, mas na época o notebook tinha quebrado então não deu para fazer a resenha.

O livro é narrado em primeira pessoa, o que eu sempre achei muito melhor, mas nesse livro não gostei. Narrado por quatro, sim esse é seu nome. Quatro um adoleçente alíen, que veio de Lórien um planeta que foi destruido pelos morgadorianos (outra raça alienigena). 


Enquanto o planeta era atacado pelos morgadorianos, 18 lorienos foram mandados para a terra, em uma nave, entre eles nove criança (gardes) e nove cêpans que são seus guardiões na terra. Lançaram neles um feitiço que eles só poderiam ser mortos pela ordem de numeração. Quando chegam a Terra são obrigados a se separar, tendo que viver sempre viajando, nunca se estabeleçendo em um lugar. E toda a vez que um deles morre aparece uma marca na perna de cada um.

A história começa com a morte do numero 3, quando quatro e seu cêpan, usando o nome de Henri, são obrigados a se mudar denovo, dessa vez o destino é Ohio em Paradise. Quando chega Quatro decide querer usar o nome John Smith e também querer estudar dessa vez, o que Henri deixa com algumas regras.

Lá ele conhece Sam, um nerd que estuda muito sobre alieniginas, que se torna seu melhor amigo, que é muito legal e Sarah uma garota poupular que gosta de fotografar coisas.

Existem também os Legados, que são como super-poderes que todo garde vai ganhando, que tem até de uma pequena luz na mão até a ressureição.

Uma coisa que incomoda, e muito, é o relacionamento entre Sarah e John. É muito tipo Crepusculo. Não tem sentido. Eles se encontram se apaixonam e começam a namorar. E eles não tem quase nada em comum, fica como uma coisa muito forçada e chata.

O bom é que o livro não é centralizado nisso, e sim na mitologia. O jeito como o autor consegue nos levar a Lórien é muito genial, Lórien é genial. 

A escrita é muito boa rapida, e super boa.

Eu realmente recomendo esse livro, eu já li O poder dos seis, que é muito melhor do que esse e vai ser a proxima resenha

Obs: terminei O poder dos seis hoje.

Att: Natan.