quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Capitulo LII - Percy







NA MANHÃ SEGUINTE, PERCY, HAZEL E FRANK fizeram o desjejum cedo, e então se dirigiram para a cidade antes que o senado fosse devidamente convocado. Como Percy era um pretor agora, podia ir para onde quisesse, quando quisesse.
No caminho, eles passaram pelos estábulos, onde Tyson e Sra. O’Leary estavam dormindo. Tyson roncava na cama de feno ao lado dos unicórnios, um olhar feliz em seu rosto como se ele estivesse sonhando com pôneis. Sra. O’ Leary tinha rolado de costas e coberto seus ouvidos com as patas. No telhado do estábulo, Ella estava pousada em uma pilha de pergaminhos romanos antigos, com a cabeça enfiada debaixo das asas.
Quando chegaram ao fórum, se sentaram perto das fontes e assistiram o sol nascer. Os cidadãos já estavam ocupados varrendo simulações de cupcakes, confetes e chapéus de festa da noite anterior. O corpo de engenheiros estava trabalhando em um novo arco que iria comemorar a vitória sobre Polybotes.
Hazel disse que ela tinha até ouvido falar de um triunfo formal para os três – um desfile ao redor da cidade seguido de uma semana de jogos e celebrações – mas Percy sabia que eles nunca teriam chance. Eles não tinham tempo.
Percy contou a eles sobre seu sonho com Juno.
Hazel franziu a testa.
— Os deuses estavam ocupados na noite passada. Mostre a ele, Frank.
Frank enfiou a mão no bolso de seu casaco. Percy pensou que ele poderia tirar seu pedaço de lenha, mas ao invés disso ele mostrou um fino livro de bolso e uma nota em papel vermelho.
— Estava em meu travesseiro esta manhã. — Ele os passou para Percy. — Como uma visita da Fada do Dente.
O livro era A Arte da Guerra, de Sun Tzu. Percy nunca tinha ouvido falar dele, mas podia adivinhar quem o enviara. A carta dizia: Bom trabalho, filho. A melhor arma de um homem de verdade é sua mente. Esse era o livro favorito de sua mãe. Dê uma lida. P.S. – Espero que seu amigo Percy tenha aprendido a ter um pouco de respeito por mim.
— Uau — Percy devolveu o livro. — Talvez Marte seja diferente de Ares. Não acho que Ares saiba ler.
Frank folheou as páginas.
— Há muita coisa sobre sacrifícios, conhecimento do custo da guerra. Em Vancouver, Marte me disse que eu tenho que colocar o meu dever à frente da minha vida ou toda a guerra iria para os lados. Pensei que ele estava querendo dizer libertar Tânatos, mas agora... eu não sei. Ainda estou vivo, então talvez o pior ainda esteja por vir.
Ele olhou nervosamente para Percy, e Percy teve a sensação de que Frank não estava lhe dizendo tudo. Ele se perguntou se Marte teria dito algo sobre ele, mas Percy não tinha certeza se queria saber. Além do mais, Frank já tinha dado o bastante. Ele havia assistido a casa de sua família queimar. Ele perdeu sua mãe e sua avó.
— Você arriscou sua vida — Percy disse — estava disposto a se incendiar para salvar a missão. Marte não pode esperar mais do que isso.
— Talvez — Frank disse cheio de dúvidas.
Hazel apertou a mão de Frank.
Eles pareciam mais confortáveis perto um do outro essa manhã, não tão nervosos e desajeitados. Percy se perguntou se eles tinham começado a namorar. Ele esperava que sim, mas decidiu que era melhor não perguntar.
— Hazel, e você? — Percy perguntou. — Alguma palavra de Plutão?
Ela olhou para baixo. Vários diamantes surgiram do chão aos seus pés.
— Não — ela admitiu. — De certa forma, acho que ele enviou uma mensagem através de Tânatos. Meu nome não estava na lista de almas que escaparam. Deveria estar.
— Acha que seu pai está te dando uma permissão? — Percy perguntou.
Hazel deu de ombros.
— Plutão não pode me visitar ou até mesmo falar comigo sem reconhecer que estou viva. Então ele teria que cumprir as leis da morte e Tânatos me levaria de volta ao Mundo Inferior. Acho que meu pai está deixando um olho fechado. Eu acho... acho que ele me quer para encontrar Nico.
Percy olhou para o nascer do sol, esperando ver um navio de guerra descendo do céu. Até agora, nada.
— Nós vamos encontrar seu irmão — Percy prometeu. — Assim que o navio chegar aqui, vamos embarcar para Roma.
Hazel e Frank trocaram olhares inquietos, como se eles já tivessem falado sobre isso.
— Percy... — Frank disse. — Se você quiser que a gente vá, nós estamos dentro. Mas você tem certeza? Quero dizer... nós sabemos que você tem toneladas de amigos no outro acampamento. E você poderia escolher qualquer um no Acampamento Júpiter agora. Se nós não fizermos parte dos sete, vamos entender...
— Vocês estão brincando? Acham que eu deixaria minha equipe para trás? Depois de sobreviver aos gérmens de trigo da Fleecy, fugir de canibais e se esconder debaixo de bundas de gigantes azuis no Alasca? Qual é!
A tensão se quebrou. Todos os três começaram a se exaltar, talvez um pouco demais, mas era um alívio estar vivo, com o sol quente brilhando, e não se preocupar – pelo menos no momento – com rostos sinistros aparecendo nas sombras das colinas.
Hazel respirou fundo.
— A profecia que Ella nos deu... sobre a filha da sabedoria, e a marca de Atena queimando através de Roma... você sabe sobre o que é isso?
Percy se lembrou de seu sonho. Juno tinha avisado que Annabeth teria um trabalho difícil pela frente, e que ela iria causar problemas para a missão. Ele não podia acreditar nisso, mas ainda assim... isso o preocupava.
— Eu não tenho certeza — admitiu. — Acho que há mais na profecia. Talvez Ella possa lembrar o resto dela.
Frank enfiou seu livro para dentro do bolso.
— Nós precisamos levá-la conosco... quero dizer, para sua própria segurança. Se Octavian descobrir que Ella memorizou os livros Sibilinos...
Percy estremeceu. Octavian usava profecias para manter seu poder no acampamento. Agora que Percy tinha tirado sua chance como pretor, Octavian estaria procurando por outras maneiras de exercer influência. Se ele pegasse Ella...
— Você está certo — Percy concordou. — Temos que protegê-la. Só espero que nós possamos convencê-la...
— Percy!
Tyson veio correndo do outro lado do fórum, Ella batia as asas atrás dele com um rolo de pergaminho em suas garras.
Quando eles chegaram à fonte, Ella deixou cair o rolo de pergaminho no colo de Percy.
— Entrega especial — ela disse. — De uma aura. Um espírito do vento. Sim, Ella tem uma entrega especial.
— Bom dia, irmãos! — Tyson tinha feno em seu cabelo e pasta de amendoim em seus dedos. — O pergaminho é de Leo. Ele é engraçado e pequeno.
O pergaminho parecia normal, mas quando Percy o desdobrou em seu colo, uma gravação de vídeo cintilou sobre o pergaminho. Um garoto em armadura grega sorriu para eles. Ele tinha um rosto travesso, cabelos pretos encaracolados e olhos selvagens, como se tivesse tomado várias xícaras de café. Ele estava sentado em uma sala escura com paredes de madeira, como uma cabine de navio. Lamparinas à óleo oscilavam de um lado para outro no teto.
Hazel sufocou um grito.
— O que? — Frank perguntou. — O que está errado?
Lentamente, Percy percebeu que o garoto de cabelos encaracolados parecia familiar – e não apenas dos seus sonhos. Ele tinha visto aquele rosto em uma antiga foto.
— Ei! — disse o cara no vídeo. — Saudações de seus amigos no Acampamento Meio-Sangue, etc, etc. Eu sou Leo. Sou o... — Ele olhou para fora da tela e gritou: — Qual é o meu título? Eu sou como almirante, capitão, ou...
A voz de uma menina gritou de volta:
— Garoto de Reparos.
— Muito engraçado, Piper — Leo resmungou. Ele se voltou para a tela de pergaminho. — Então, eu sou ... ah... Supremo Comandante do Argo II. É, gostei disso! De qualquer modo, estaremos navegando em sua direção em cerca de, sei lá, uma hora, nessa grande nave-mãe de guerra. Nós apreciaríamos se vocês, tipo, não nos atirassem para fora do céu ou algo parecido. Então tudo bem! Se puderem, contem isso aos romanos. Até logo, e tudo mais. Adeus.
O pergaminho ficou branco.
— Não pode ser — Hazel disse.
— O que? — Frank perguntou. — Você conhece aquele cara?
Hazel aparentava como se tivesse visto um fantasma. Percy entendia o porquê. Ele se lembrava da foto na casa abandonada de Hazel em Seward. O garoto no navio de guerra parecia exatamente com o antigo namorado de Hazel.
— Ele é Sammy Valdez — ela disse. — Mas como... como...
— Não pode ser — Percy disse. — O nome desse cara é Leo. E aquilo foi há setenta e poucos anos. Tem que ser uma...
Ele queria dizer uma coincidência, mas não podia fazer com que si próprio acreditasse nisso. Ao longo dos últimos anos ele tinha visto um monte de coisas: destino, profecias, magia, monstros, destino. Mas ele nunca havia se deparado com uma coincidência.
Eles foram interrompidos por trompas soprando à distância. Os senadores vinham marchando para dentro do fórum, com Reyna na liderança.
— É hora da reunião — Percy disse. — Vamos lá. Temos que avisá-los sobre o navio de guerra.

— Porque nós deveríamos confiar nesses gregos? — Octavian estava dizendo.
Ele tinha estado andando pelo senado por cinco minutos, indo aqui e ali, tentando contrariar o que Percy havia lhes dito sobre o plano de Juno e a Profecia dos Sete.
O senado mudou de posição impacientemente, mas a maior parte deles estava com medo demais para interromper Octavian enquanto ele estava tendo sucesso. Enquanto isso, o sol subia no céu, brilhando através do telhado quebrado do senado e dando a Octavian um holofote natural.
A Casa do Senado estava lotada. Rainha Hylla, Frank e Hazel sentaram-se na fila da frente com os senadores. Veteranos e fantasmas ocupavam as fileiras mais atrás. Até mesmo a Tyson e Ella foi permitido que se sentassem nos fundos. Tyson manteve-se acenando e sorrindo para Percy.
Percy e Reyna ocupavam as cadeiras de pretores no estrado, o que Percy fez autoconsciente. Não foi fácil parecer digno vestindo um lençol e uma capa roxa.
— O acampamento está seguro — Octavian continuou. — Eu serei o primeiro a parabenizar nossos heróis por trazer de volta a águia da legião e muito Ouro Imperial! Realmente temos sido abençoados com boa sorte. Mas por que fazer mais? Porque tentar a sorte?
— Estou contente que você tenha per guntado — Percy ficou de pé, deixando a pergunta em aberto.
Octavian balbuciou:
— Eu não sou...
— ...parte da missão — Percy completou. — Sim, eu sei. E você é sábio para me deixar explicar, já que eu sou.
Alguns dos senadores riram silenciosamente. Octavian não tinha escolha senão sentar e tentar não olhar desconcertado.
— Gaia está acordando — Percy disse. — Nós já derrotamos dois de seus gigantes, mas isso é só o começo. A verdadeira guerra terá lugar na antiga terra dos deuses. A missão vai nos levar a Roma, e eventualmente, para a Grécia.
Uma murmuração apreensiva se espalhou pelo senado.
— Eu sei, eu sei. Vocês sempre pensaram nos gregos como seus inimigos. E há uma boa razão para isso. Acho que os deuses tem mantido nossos dois acampamentos separados porque sempre que nos encontramos, nós lutamos. Mas isso pode mudar. Tem que mudar, se vamos derrotar Gaia. É isso que a Profecia dos Sete quer dizer. Sete semideuses, gregos e romanos, terão que fechar as Portas da Morte, juntos.
— Há! — gritou um lar das fileiras de trás. — Da última vez que um pretor tentou interpretar a Profecia dos Sete, foi Michael Varus, quem perdeu nossa águia no Alasca! Por que deveríamos acreditar em você agora?
Octavian sorriu, pretensioso. Alguns de seus aliados no Senado começaram a acenar e resmungar. Até mesmo alguns dos veteranos olharam incertos.
— Eu carreguei Juno através do Tibre — Percy lembrou-lhes, falando tão firme quanto pôde. — Ela me disse que a Profecia dos Sete está próxima de acontecer. Marte também apareceu para vocês em pessoa. Vocês acham que dois de seus deuses mais importantes iriam aparecer no acampamento se a situação não fosse grave?
— Ele está certo — Gwen disse da segunda fileira. — Eu, por exemplo, confio na palavra de Percy. Grego ou não, ele restaurou a honra da legião. Vocês o viram no campo de batalha na noite passada. Alguém aqui diria que ele não é um herói de Roma?
Ninguém argumentou. Alguns balançaram a cabeça em concordância.
Reyna se levantou. Percy olhava para ela ansiosamente. Sua opinião poderia mudar tudo – para melhor ou pior.
— Você afirma que essa é uma missão combinada — ela falou. — Afirma que Juno tem a intenção de que nós trabalhemos com esse... esse outro grupo, Acampamento Meio-Sangue. Ainda que os gregos tenham sido nossos inimigos por eras. Eles são conhecidos por suas fraudes.
— Talvez sim — Percy disse. — Mas inimigos podem se tornar amigos. Uma semana atrás, você teria pensado que romanos e Amazonas estariam lutando lado a lado?
Rainha Hylla riu.
— Ele tem um ponto.
— Os semideuses do Acampamento Meio-Sangue já estiveram trabalhando com o Acampamento Júpiter — Percy disse. — Nós simplesmente não percebemos isso. Durante a Guerra Titã no verão passado, enquanto vocês estavam atacando o Monte Ótris, nós estávamos defendendo o Monte Olimpo em Manhattan. Eu mesmo lutei com Cronos.
Reyna recuou, quase tropeçando em sua toga.
— Você... o quê?
— Eu sei que é difícil de acreditar. Mas acho que ganhei sua confiança. Estou do seu lado. Hazel e Frank... Tenho certeza de que eles estão destinados a irem comigo nessa missão. Os outros quatro estão agora no seu caminho, vindo do Acampamento Meio-Sangue agora mesmo. Um deles é Jason Grace, seu antigo pretor.
— Ah, qual é! — Octavian gritou. — Ele está inventando coisas agora.
Reyna franziu a testa.
— É muito para acreditar. Jason está voltando com um bando de semideuses gregos? Você diz que vão aparecer no céu em um navio de guerra fortemente armado, mas que não devemos nos preocupar.
— Sim — Percy olhou para as fileiras, nervoso, para os espectadores incertos. — Apenas deixe-os aterrissarem. Ouça-os. Jason vai confirmar tudo que eu estou dizendo à vocês. Juro pela minha vida.
— Pela sua vida? — Octavian olhou significativamente para o senado. — Nós vamos lembrar disso, se isso se mostrar um truque.
Logo em seguida, um mensageiro correu par a dentro da Casa do Senado, ofegando como se tivesse corrido todo o caminho do acampamento.
— Pretores! Sinto interromper, mas nossos batedores informaram...
— Navio! — Tyson disse alegremente, apontando para o buraco no teto. — Alô!
Sem dúvida, um navio de guerra grego apareceu das nuvens, a cerca de um quilômetro de distância, descendo em direção à Casa do Senado. Quando ele se aproximou, Percy podia ver escudos de bronze brilhando ao longo dos lados, velas ondulando e uma figura de aparência familiar com a forma de um dragão de metal. No mastro mais alto, uma grande bandeira branca de trégua balançava ao vento. O Argo II. Era o navio mais incrível que ele jamais tinha visto.
— Pretores! — O mensageiro gritou. — Quais são suas ordens?
Octavian atirou -se aos seus pés.
— Você precisa perguntar? — Seu rosto estava vermelho de raiva. Ele estava estrangulando seu ursinho de pelúcia. — Os presságios são horríveis! Isso é um truque, uma fraude. Cuidado com os gregos trazendo presentes! — Ele apontou um dedo para Percy. — Seus amigos estão atacando em um navio de guerra. Ele os trouxe até aqui. Nós temos de atacar!
— Não — Percy disse com firmeza. — Vocês todos me elevaram a pretor por uma razão. Eu vou lutar para defender este acampamento com a minha vida. Mas estes não são inimigos. Digo que estejamos prontos, mas não ataquemos. Deixe-os aterrissarem. Se for um truque, então lutarei com vocês, como fiz na noite passada. Mas não é um truque.
Todos os olhos se voltaram para Reyna.
Ela estudou a aproximação do navio. Sua expressão endureceu. Se ela vetasse as ordens de Percy... bem, ele não sabia o que iria acontecer. Caos e confusão, no mínimo. Muito provavelmente, os romanos seguiriam suas ordens. Ela tinha sido sua líder muito mais tempo do que Percy.
— Segure o fogo — Reyna disse. — Mas tenha a legião pronta. Percy Jackson é seu pretor devidamente escolhido. Vamos confiar nessa palavra... a menos que nos seja dada razão clara para o contrário. Senadores, vamos adiar a reunião e conhecer nossos... novos amigos.
Os senadores correram para fora do auditório – se de excitação ou pânico, Percy não tinha certeza. Tyson correu atrás deles, gritando “Uhu! Uhu!” com Ella esvoaçando ao redor de sua cabeça.
Octavian deu a Percy um olhar aborrecido, então jogou no chão seu ursinho de pelúcia e seguiu a multidão. Reyna estava parada no ombro de Percy.
— Eu apoio você, Percy — ela disse. — Eu confio em seu julgamento. Mas por todos os motivos, espero que nós possamos manter a paz entre nossos campistas e seus amigos gregos.
— Nós vamos — ele prometeu. — Você vai ver.
Ela olhou para o navio de guerra. Sua expressão ficou um pouco pensativa.
— Você diz que Jason está a bordo... espero que seja verdade. Tenho sentido sua falta.
Ela marchou para fora, deixando Percy sozinho com Hazel e Frank.
— Eles estão descendo à direita do fórum — Frank disse nervosamente. — Términus vai ter um ataque cardíaco.
— Percy — Hazel falou — você jurou pela sua vida. Romanos levam isso a sério. Se alguma coisa der errado, mesmo que por acidente, Octavian vai matá-lo. Você sabe disso, certo?
Percy sorriu. Ele sabia que as apostas eram altas. Sabia que esse dia poderia dar horrivelmente errado. Mas ele também sabia que Annabeth estava naquele navio. Se as coisas dessem certo, este seria o melhor dia da sua vida.
Ele jogou um braço em volta Hazel e o outro em torno de Frank.
— Vamos lá — disse ele. — Deixe-me apresentá-los à minha outra família.